sábado, 13 de agosto de 2011

Simples*

Se é de se entregar a sorte,
então sorte venha me buscar...

Ventania de mar.

Acham que pode ser eterno.
E quem manda nisso tudo?

Vamos ver a vida: a pé!

Todo mundo faz um feito!
Contando grãos de areia!

Oh! morena, teu corpo.. entrega mais tarde!

O amor é lindo!
Simples...

*Adaptação de Mais Tarde - Marcelo Camelo

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O Terceiro Escrutínio - Pensando.

A morte é a humilhação da natureza ao homem que com toda sua ciência não pode desvendá-la. Ao fato alienam-se todos os princípios já pré-estabelecidos, e ditados anteriormente pelas concepções naturais das qual a ignorância humana, a ignorância escolhida, não vê, melhor, não contempla a idéia da espiritualidade morada dentro do ser que é e sempre foi.
Digamos sempre: Não! Aos discursos demagogos, fechados e sem expectativas da discussão, além do mais: Discutindo-se e debatendo-se os temas e as relações é que se pode talvez pensar-se em algo, a negação desta, traz omissão e inconformismo. Provocando estagnação do social.
Nossa mente sempre pauta questões ulteriores... Essa busca d’uma relativização inconstante. Morrer é um dos Escrutínios da vida humana! Etapa! É assim que podemos ressaltar sobre essa morte material, vindoura de frutos ricos de uma Ágape.
O secularismo que já é eminente na humanidade pós moderna, quer destruir toda relação espiritual com o homem, destruir toda a relação que da animus. Essa, não precisa ser a meta, nem o quadro de parede que devemos copiar, quero dizer, a liberdade humana é e sempre foi alocado de direito, apesar de termos vivido um tempo de horror e massacre do direito de ser algo. Porém o contra ataque não seria hoje a repetição pertinente e besta do que já foi aprendido antes.
Quando iremos nos desprender? E afinal, o que importa? Comprometer o animus de alguns homens? Ou ajudá-los a raciocinar e escolher com os próprios olhos? Enxergar além, das pupilas, elucidar e ver luz diante da própria vida... Talvez por isso Sócrates seja, e antes de comentar eu concordo com ele, tão primoroso quando diz: “Conhece-te a ti mesmo”. Ele acreditava na imortalidade da alma, isso perfaz princípios cristãos bem quistos por nós*. O homem que conhece a si, sabe do que é capaz, sabe de suas fraquezas, suas forças, suas vaidades, suas formas de agir, se ele sabe quem é a si mesmo, há nisso tudo uma esperança de, “Dominar-se a si”. Fica a pergunta, e você que lê deve pensar que domina si, destarte, o fato é, não dominas! Teus impulsos animalis, é tão viril que sabes que todas as vezes que vulgarmente no ditado popular “pisastes da no bola”, arrependeste de algo, comprometeste toda a idéia. Sim, tu dirás o homem é falho! É cruel a verdade e até dissonante com tudo que dizemos. Quem culparemos por isso agora? Isso mesmo, a liberdade humana, como Sócrates, também as pessoas deveriam concentrar os seus esforços em serem virtuosos, o contrário da virtude é o vício que é caracterizado basicamente pela ignorância que é a ausência da razão e do conhecimento. E como Sócrates também os cultos religiosos devem fazer parte da vida de todos os cidadãos, no entanto sempre na liberdade do Logus de cada.
E repito, a morte é a humilhação da natureza ao homem que com toda sua ciência não pode desvendá-la.
- Ranulfo Junior
* Por mim, que escrevo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A Montanha


Existia, um viajante em busca do sucesso através do que é pequeno.
A perseverança irá trazer boa fortuna ao viajante.

Quando um homem está ainda por percorrer e é, portanto, estrangeiro, nesta terra, deve evitar ser rude ou arrogante.
Ele não dispõe de um grande círculo de semelhanças e não deve, portanto, se vangloriar.
É necessário ser cauteloso* e reservado;
E como costume desviar-se-á do mal.
Se ele for cortês com os outros, terá sucesso.
O viajante não tem a morada fixa, seu lar é a estrada.
Por isso ele deve procurar se manter íntegro e estável/firme,
Detendo-se apenas em lugares apropriados e tendo contato somente com boas pessoas.
Ele então, encontrará boa fortuna e poderá seguir seu caminho sem problemas.

Surge então o um fogo sobre a Montanha...
E na sua imagem, o viajante.
Homem superior, cheio de clareza e cauteloso.
Reto de seu desígnio – Rei de tua moedas – Não prolongue meu viajante litígios – Não faça de tuas narinas, a respiração de moinhos velhos.

Quando o capim sobre a montanha queima, faz-se uma intensa claridade.
Porém, o fogo não se tardança num só lugar, todavia segue adiante em sua procura de novo combustível.
Ele – o fogo – é um elemento de breve duração.
Assim também deve ser a repreensão e essa arte.
Algo passageiro, que não se prolonga indefinidamente.
Prisões devem ser lugares em que as pessoas sejam recolhidas só temporariamente,
como se fossem hóspedes. – Intimo.
Não devem se converter em moradia.

* Ranulfo, significa "O que combate com Cautela". 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

As Letras de Teu Nome

Com a mesma forma que vistes. Saistes,

Lúdico estar por momento de prazer,

Amor, este sondado por milagres e conversas:

Uma explosão de ideiais.

Despencado de uma torre Marfim...

Infinita gloria, sacada de nossas almas.

Amar, respeitar, escutar, conversar!

Conversa Informal - I

Vaidades
O ser humano tem sempre a sutil vontade de querer sentir amado, não estou aqui dando dizeres psicológicos ou criando novos paradigmas ou formas de pensamentos, não. O ser humano é um idiota, com uma tendência egoísta de sempre querer que seja feita a sua vontade. A triangular todo o conteúdo que norteia para si.
Sempre imagino que o Racionalismo que busco não pode ser desvencilhado de minha fé. Mas será mesmo que a fé é assim mesma, ou seja, nunca separada da Razão?
Contudo não é o fato de potencializar querer provar algo e sim, pelos ranços de minhas observações desconcretizar afinal, essas atitudes das pessoas que observo, pelas ruas, em conversas informais, etc. – Tão logo também, esse Logus, igualmente poderá ser algo muito limitado, em seguida pensar a sociedade Belenense, é verificar que ela é cheia contradições, uma cultura pouco revelada, e também às vezes me parece que neste Brasil dos Guaranis, Belém é o Brasil e este seria o mundo.
 E afinal, como dizem afora o que bom pode vir do Brasil, assim replico, o que de bom pode vir de Belém. Não sou um desconstrutivista de nossa cultura, repare; –  acredito que o problema está nas nossas relações sociais.
A primeira passagem de um dos livros da Bíblia cristã, afirma com veemência: “Tudo é vaidade – Eclesiastes Cap. 1 vs 1”, bem a isso podemos ratificar que, sim. O homem é vaidoso, ao que, todavia sempre foi assim... Claro que a humanidade passou e vem passando pelas suas varias épocas, contudo em todas existe a figura do culto a Vaidade.
A vaidade que há de se legitimar, consistir em um modo de comportamento da humanidade, se suas relações sociais.
E por diante nesses poucos mais de 20 anos, eu sei, que não estou cantando as pedras desse jogo, tampouco revelando o tal do correto. A verdade é cruel, ou seja, já passamos do “crer no não ver”, todos com essa evolução tecnológico-humano, “precisam tocar em nossa derme”, provar as coisas e das coisas é o que necessitamos.
Não obstante, na corrida pelo mais sabido e certo. Acredito em algo sobrenatural, digo, pelo menos para mim ainda, isso ainda tem o seu valor. – Claro que sou um suspeito para o todo disso e comentar, tenho a mancha de ideais cristãos, e isso meus caros é fato!
Porém em minha mente é claro do mesmo modo/também que, ser Racional é importante, contudo não desumano tampouco sádico. Sempre brinco com amigos que: “Freud Fu#de@u$% com a cabeça do mundo, com seu pensamento altruísta sobre o Relativismo”. Mas graças a ele também e ai podemos nós bater palmas – e tolos são os que tentem entender Freud, ele já passou por esta terra, pensou e já soltou o seu bicho e ponto final – como dizia, porém graças a essa brecha da duvida, podemos pensar em sermos mais tolerantes.
O curioso é que nessa integração que tantos têm em tentar reunir o mundo, achando que irá conseguir isso na velocidade da luz, de fazer com os homens entrem em compreensão para fazer o outro aceitar o próximo. Que vaidade!
Consistir que para isso acontecer devemos mais é construir a não hipocrisia. Eu não acredito nisso: “aceitar o outro como é” – Mentira Isso é uma vaidade, não existe aceitação, o ser humano é um poço de um ego somente dele fraco demais para se homogeneizar com outro. Devemos falar de Tolerância... Mas isso fica pra outro dia.