terça-feira, 27 de abril de 2010

Eu te amo... A historia de dois tigres.

Era uma vez... Um menino que tinha uma cachorrinha doente, que se chamava magrelinha, o menino já era quase adulto e todo o dia ao chegar da faculdade ia correndo abraçar sua cachorrinha era sua única companheira, única amizade, única ser que o escutava, o entendia, único que o olhava como herói, com carinho, era ambos naquele ano um para o outro.

Final de semana o menino tinha alguns melhores amigos, e eles o convidaram para ir ao um sitio, ele o menino aceitou, afinal ele nunca saia era sábado, enquanto ele aceitava o convite por telefone, seu amigo lhe explicava como seria e onde ficava o local, no mais para ele dizer sim com firmeza foi necessário algo engraçado seu amigo lhe disse que tinha uma menina que gostava do menino, e que ela perguntava pelo menino se ele iria nessa viajem também. Ele ficou muito alegre por que não a conhecia, ele queria saber quem era essa tal moça.

Ao sair de casa, o menino despediu-se de sua mãe e foi até o ponto de ônibus, por grande coincidência ele pegou o mesmo ônibus onde estavam seus amigos, e foram todos juntos para o sitio. O amigo do menino disse a ele que a moça que perguntava tanto por ele estava sentada no final do ônibus, ele a avistou e pensou – como é bonita essa moça. Ao chegar ao fim de viajem de ônibus, eles chegaram a uma ilha, e lá tinham que andar alguns Km para chegar ao sitio, era lama, chuva, brincadeira, histórias, tudo era divertimento no caminho. Finalmente chegaram todos no final da tarde, e aproveitaram todos os amigos e viram o por do sol por lá. No entusiasmo, todos se acomodaram, conversavam coisas da vida enquanto tocavam violão.

O menino estava muito alegre por estar ali, ele então pediu para tocar violão, e cantava alegre para chamar a atenção da moça que ele achou bonita. Ela tinha um sorriso, muito alegre, era alta, magra, branquinha como neve... E uma voz doce. Nisso ele consegui o que queria e isso o deixava feliz, não porque tinha conseguido sua vontade, mas por que era interesse da moça ficar perto dele também. Os dois conversaram a noite toda, afinal percebiam a cada hora que tinham entre si coisas em comum. Ele perguntava a ela sobre sua vida e relacionamentos e ela sobre cultura e livro ela amava ler bons livros, e enquanto isso sempre se soava uma musica que o menino tocava no violão.

Olhares... e aconteceu depois de carinhos, e sorrisos, depois de abraços e cheiros, depois de palavras e palavras... Um beijo!

O menino ficou feliz. A menina ficou feliz.

Eles se apaixonaram...

E hoje, a história continua. O final é que não se sabe!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

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Certas desculpas que damos,

O modo particular de cada, é favoravel a quem?

Sujeitos com defeitos.


Ofereçendo sacos, para a compra de qual bem?



domingo, 11 de abril de 2010

Não discursemos mais...


De fato finge não saber das tuas falhas...
De tuas farsas.
Nas ruas que passas, nada sabem.
E com tanta indecisão...

Cabe a quem colocar-se por cima?
Não me pergunte nada,
passe ao meu lado e pelo menos abaixe a cabeça.
Esse tempo de chuva é espanto, para espíritos bons.

Coloquemo-nos no mundo real.
Ele sim sabe o que quer.
E quando madrugadas perdermos:
Será ele que me fará como homem.

Não discursemos mais...
E também não me preocupo.
Farei o de sempre o estive a fazer.
Esperar. E ai assim: tudo acontece.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Cuido eu

A hora de te encontrar esta próxima,
Bem forte é teu aroma,
Vestes sandálias feitas a mão,
e calça-te com poléns e fios brancos.

A metade desse tempo fico parenteando,
A outra metade a espreita de um bom momento,
-Não te cansas? - pergunta minh'alma.
-Sim.

No espaço curto que separa essa infinita co-dependência,
casas quase vizinhas.
Pompas camurça no teu rosto.

Não precisamos de fantasias.
Poupe a si mesma.
Que de minha angústia, cuido eu.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Não da prazer só doí um pouco

O guerreiro do José acordou cedo naquele dia tomou banho de cuica, olhou pra mulher e ela já tinha levantado e passado café como quem passa roupa suja, passos-a-passos, nos passos de quem tem compassos pra arrumar a vida de José, ele meu esquerdo, nada conteporâneo...
Lá na escadinha ele subia sua rua e dava bom dia para o sol que ainda bocejava por estar no outro lado do mundo, ria e o chamava de preguiçoso. José, nome-apelido, desde criança apenas mais um José na vida, não é o de Caetano nem de Chico, só José...
Passava pela praça pra pegar ônibus, lotado, fedorento, odor de lixão, e ele já penssava em sossego, como se ainda faltava passar pela avenida dos ricos e comtemplar tudo o que ele nunca poderá ser e nunca foi, depois disso José batizava suas mãos, apertava seu cinto, penteava seu cabelo, e até perdia ele nos cabelos, José respirava o ultimo ar puro, que lhe cabia,por que depois de uns minutos caminando até seu destino, suaria frio, provocaria multidões, acenaria para loucos, e distribuiria bens da casa dos seus...
Risadas na avenida, refeições na mesa de latinha, com direito a copo de vento e peladas de um garfo golpeando uma faca, José sabia que faltava pouco para ter somente aquele pouco para muitos do seus que compartilhava com outra. Dando as costas ao inigma do mundo voltava a casa lapidada de preciosidades ao lado de maldades e contracenando com monstros pela etapa do borburinho das primeiras coisas que lhe vinha a mente.
José sabia que quando se gosta de alguem, folhas de papel era tudo o que sobrava, noite quente e mal dormida já seria uma historia, espectadores do ato, não consegue mais impedir.
José despede da noite sem luar e nada no ar. Dorme José. Amanhã tua mulher te acorda e depois de palmadas no sol. E faça tudo com o coração.